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Todas as estrelas do céu – impressões sobre a obra e um Concurso Cultural

Todas as estrelas do céu – impressões sobre a obra e um Concurso Cultural

O novo livro de João Antônio Ventura (autor, também, de Cacos da memória e de Galo, galinho e pinto e outras histórias) atrai-me imediatamente pela imagem da capa: uma menininha de braços abertos, sentada na lua, com o azul de fundo – desde sempre minha cor […]

Precipitação

Precipitação

    Eu quero sempre mais que o tempo permite e essa gula me paralisa e só aumenta meu querer tornado impossível. Há contas por fazer, mas na cama os lençóis estão em desalinho e, ansiosas, as panelas esperam no fogão. Aberto, o notebook lembra a necessária […]

Siqueiriiinha!… Quareeesma!…

Siqueiriiinha!… Quareeesma!…

“Siqueiriiinha!… Quareeesma!”

Apenas escurecia, mas o grito da Lupércia, mãe do menino, conseguia, ao menos durante aqueles quarenta dias, trazê-lo mais cedo para casa (mais…)

Andre Kokn, pintor da chuva

Andre Kokn, pintor da chuva

Criado num ambiente que mesclou cultura e talento, o artista plástico russo, Andre Kokn, é hoje um dos pintores mais colecionados do impressionismo figurativo na cena artística norte-americana. Sua mãe, uma violinista sinfônica, e seu pai, um notável linguista, escritor e escultor, garantiram-lhe acesso irrestrito […]

Somatória – poema de Jussara N Rezende

Somatória – poema de Jussara N Rezende

SOMATÓRIA     Se somadas, as noites darão um mês? Quem fez supor que o tempo e seu açoite bons matemáticos seriam da emoção?    

Chove – poema de Jussara N Rezende

Chove – poema de Jussara N Rezende

Um poeminha que brinca com as ideias de “fora” e “dentro”, de “choro” e “chuva”.

A janela, perto da qual se encontra uma silhueta feminina, faz supor o interior que se opõe à chuva (uma casa), mas a própria ideia do choro e o uso da expressão “lamento”, no verso final, indicam que a interioridade a que os versos se referem vai além do espaço físico no qual o eu-lírico se encontra, apontando, mais propriamente, para a subjetividade do ser que enuncia os versos.

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A Canção do exílio em nova versão e um poeminha de Jussara N Rezende

A Canção do exílio em nova versão e um poeminha de Jussara N Rezende

O poema “Canção do exílio” (1843), de Gonçalves Dias, talvez seja o texto mais parodiado de nossa literatura:   “Minha terra tem palmeiras Onde canta o sabiá; As aves que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá.”

A verdadeira história do Natal

A verdadeira história do Natal

Embora ela estivesse prestes a dar à luz, eles se puseram a caminho de Belém porque um decreto exigia que todos os cidadãos se cadastrassem em sua cidade de origem.

Presépios em ponto-cruz

Presépios em ponto-cruz

 

Acredita-se que o primeiro presépio tenha sido montado por São Francisco de Assis, em 1223, na floresta de Greccio, na Itália, com peças feitas de argila. Sua intenção seria explicar às pessoas mais simples o nascimento de Cristo. Muito mais tarde, no século XVII, o costume de montar presépios dentro das casas se popularizou pela Europa e se espalhou pelo mundo, ocupando praças e vitrines.

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