A leitura de poesia como estratégia para a interpretação de textos

A leitura de poesia como estratégia para a interpretação de textos

As grandes livrarias reservam pequenas seções para a poesia, o que nos leva a inferir que a maioria dos leitores prefere ler outros gêneros.

Lamentavelmente, não são poucas as pessoas que alegam ter dificuldades para entender poesia, em virtude de essa construção literária exigir uma espécie de “iniciação” que permite que esse universo de imagens, ritmo e rimas seja compreensível.

A verdade, porém, é que, vencido esse embaraço, justamente em razão dessa dificuldade de lidar com um tipo diferente de linguagem, a poesia o(a) prepara para a leitura de qualquer outro texto.

Toda iniciação acontece em algum momento. Se você nunca leu poesia, está na hora de começar. Garanto que a leitura sistemática desse gênero irá prepará-lo(a) para o enfrentamento de textos muito mais complexos que a vida irá colocar à sua frente.

 

 

Mas leia boa poesia! Embora haja muita coisa publicada por aí como se poesia fosse, poesia não é. Por menos que se interesse por esse gênero literário, sei que você sabe quais os poetas deve procurar se realmente está decidido(a) a melhorar sua compreensão dos textos que lê e sua expressão por escrito. Na dúvida, deixo alguns nomes: Camões (os sonetos), Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Sophia de Mello, Olavo Bilac, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Gilka Machado, Vinícius de Moraes, Manoel de Barros, Adélia Prado, Pablo Neruda…

 

Beijo&Carinho,

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Nota: A imagem em destaque neste post é uma tela da artista plástica peruana Marita Peña Mora.

Mais telas com o tema de leitura aqui.



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