Todas as estrelas do céu – impressões sobre a obra e um Concurso Cultural

Todas as estrelas do céu – impressões sobre a obra e um Concurso Cultural

O novo livro de João Antônio Ventura (autor, também, de Cacos da memória e de Galo, galinho e pinto e outras histórias) atrai-me imediatamente pela imagem da capa: uma menininha de braços abertos, sentada na lua, com o azul de fundo – desde sempre minha cor preferida – pontilhado de estrelas.

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Quem me conhece, mesmo que só um pouquinho, sabe do meu amor pela lua, capaz de me fazer produzir, sobre ela, ao longo da vida, os versos que reuni, não faz muito tempo, no livro de poemas Breve lua.

Em seguida, o título escolhido por João Antônio, Todas as estrelas do céu, chama a atenção para a imensidão desse espaço (e, nesse sentido, a imagem continua na contracapa), casando-se à ilustração dos braços abertos da menina que parece, justamente, querer abarcar, com eles, as estrelas todas, ou significar a liberdade de sua aventura no espaço.

Essa é a leitura inicial que faço, ainda sem abrir o livro, mas já antecipando o prazer que a escrita desse autor sempre oferece e a alegria de encontrar as excelentes ilustrações de quem estudou Artes e foi por muitos anos desenhista da Aeronáutica.

Em Galo, galinha e pinto…, fui surpreendida pelas histórias contadas em versos. Surpreendem-me, em Todas as estrelas do céu, as ilustrações criadas para parecerem desenhos feitos pela menininha da lua, assim como o próprio texto, escrito como se pela menina (com a criação sintática de uma criança na faixa etária dos 7/8 anos) e impresso não com as fontes habituais, mas grafado com uma letrinha infantil: tudo pensado para se ajustar à ideia de que o que será lido é o diário no qual a menina escreve.

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A partir daí, mergulho (o leitor de João Antônio Ventura o faz) nos pensamentos da menina que, chegada da escola, após tomar banho, jantar e escovar os dentes, tem tempo para brincar e olhar as estrelas.

Como leitora, acompanho a evolução do pensamento dessa menina que, inicialmente, tem certeza de ter contado todas as estrelas do céu, mas que vai percebendo que isso vai além das possibilidades das janelas de todos os lados de sua casa.

Paralelas às reflexões sobre as estrelas, a menina assinala suas preocupações do dia a dia, tais como suas dificuldades escolares, especialmente com a língua portuguesa, como o uso da vírgula, e, assim, a partir de sua tentativa de “caprichar mais”, o próprio texto registra o crescimento da menina que, entre as coisas que compõem seu universo – família, bichos, passeios, sonhos, amizades, imaginação e a presença querida do avô – patenteia suas descobertas sobre verdade e mentira, invenção e criatividade, literatura, pesquisa e aquilo que se quer ser no futuro.

Júlia Albuquerque, a menininha da história, é inspirada por Yasmin Júlia, a quem o livro é dedicado, junto de “todas as crianças que ainda contam estrelas”. No prefácio o autor observa que seu texto resulta, “em sua maior parte”, de seu relacionamento com Yasmin, “tendo, portanto, apenas um naco de ficção”. Quanto às ilustrações, João Antônio diz que foram inspiradas em desenhos da mesma Yasmin e de outras crianças. “A dificuldade”, diz ele, “foi controlar criteriosamente eventuais modificações (…) de modo a manter a autenticidade aparente das ilustrações.”

Como adulta que ainda “ouve estrelas” e, tal qual Bilac, “para ouvi-las, muitas vezes desperto” a abrir janelas, Todas as estrelas do céu foi um delicioso presente. Como reúne todos os ingredientes que constituem a boa literatura infantil: as ilustrações – importantíssimas durante a infância, “fase em que o cérebro ainda é pobre de experiências e não dispõe do repertório indispensável à decodificação da linguagem escrita (COELHO, 1987, p. 144) – e “o incentivo à liberdade interior e, consequentemente, à liberdade de ação, o estímulo à criatividade, à curiosidade intelectual e ao individualismo audaz e empreendedor” (COELHO, 1991, p.236), o livro Todas as estrelas do céu será um presente para cada pequeno leitor que tiver o privilégio de lê-lo.

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Referências:

COELHO, N.N. A literatura infantil. 4ª ed. São Paulo: Quíron, 1987.

__________. Panorama histórico da literatura infantil-juvenil. 4ª ed. São Paulo, Ática, 1991.

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CONCURSO CULTURAL – ENCERRADO 

RESULTADO AO FINAL DO POST

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Alegra-me ter tido o privilégio de ler Todas as estrelas do céu, poder comentar a obra e, agora, compartilhá-la com futuros leitores.

Quem disser aqui neste post – somente neste – os motivos pelos quais deseja ganhar um exemplar dessa obra deliciosa (vale mencionar filhos, netos, sobrinhos, biblioteca da escola, da igreja, da comunidade, alunos, sessões de contação de histórias, mania de colecionador, pesquisa acadêmica, etc), estará concorrendo a 6 exemplares da obra – serão 6 ganhadores.

O autor, João Antônio Ventura, e a Yasmin Júlia, musa deste livro, ficarão responsáveis por escolher os melhores comentários e eu, Jussara, me responsabilizarei pelo envio via Correios.

Se o participante quiser aumentar sua chance de ganhar a obra, pode visitar o blog do João Antônio Ventura, o Vô Tônico, e deixar lá um comentário dizendo que está participando do Concurso. Nesse caso, João Antônio me passará os nomes das pessoas que comentaram e farei, com esses nomes, um sorteio que premiará 1 dos participantes, totalizando 7 ganhadores. Blog Vô Tônico, aqui.

As inscrições estão abertas a partir de agora e serão válidas até o dia 20 de março de 2018. No dia 27  de março eu divulgarei neste mesmo post os resultados e aguardarei que me enviem, por email ([email protected]), os respectivos endereços para envio dos livros.

Ao se inscrever, o participante automaticamente concorda com as regras deste Concurso.

Está valendo!

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Melissa, na foto, acima, tem apenas 4 anos, mas adora desenhar estrelas e ouvir histórias. Enquanto colore as páginas iniciais do livro, falando, animada, sobre levá-lo para a escolinha quando começarem as aulas (este será seu primeiro ano na escola), ninguém duvida de que será uma grande leitora.

Kywan, um garoto de 9 anos, de quem fui madrinha no último Natal, recebeu, entre os seus presentes, o livro Todas as estrelas do céu e também se tornou leitor de João Antônio Ventura.

Se você, como eu, é uma pessoa ansiosa, que ama uma boa leitura e não quer contar com a sorte para garantir o seu Todas as estrelas do céu, entre em contato com o autor através do email a seguir e encomende o seu. O preço é 10,00 e já inclui (!) o envio pelos Correios (no Brasil): [email protected]

Conheça as excelentes crônicas de João Antônio Ventura em seu blog Vô Tônico, aqui.

De João Antônio Ventura falei aqui e aqui.

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RESULTADO DO CONCURSO CULTURAL

 

O João Antônio Ventura falou-me sobre a dificuldade que sentiu ao escolher os vencedores deste Concurso Cultural. Ainda bem – ele disse e eu concordo – que ele pôde contar com a ajuda da Yasmin.

A verdade é que o Concurso se estabelece a partir de um número fixo de exemplares destinados aos vencedores e, realmente, não é fácil chegar aos nomes desses ganhadores quando há mais comentários merecedores de premiação que o número estabelecido de prêmios.

Fica, entretanto, para aqueles que não foram selecionados, a sugestão de leitura e o contato do autor para aquisição da obra: [email protected]

 

E a relação dos vencedores é:

 

1 – DENISE

2 – SYLVIO MARIO BAZOTE

3 – ANA KROETZ

4 – ROBERTO SILVA

5 – ANGELA

6 – WANILCE MARIA PEREIRA RAMOS

 

Além desses 6, foi contemplada, também, a PAULA BELMINO, pois deixou um comentário no blog do autor, o Vô Tônico.

 

Solicito aos ganhadores que entrem em contato comigo através do email [email protected], deixando-me seus endereços para que eu possa lhes encaminhar seus prêmios.

 

Agradeço a todos pela participação e pela presença aqui.

 

 

 

Beijo&Carinho,

 

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46 thoughts on “Todas as estrelas do céu – impressões sobre a obra e um Concurso Cultural”

  • Obrigado, Jussara, por mais esta força que me dá. Começando pela análise da capa, todo o comentário está ótimo e justo, creio. A Yasmin ficou radiante ao saber que irá me ajudar na escolha dos vencedores. Em comunicação anterior disse-lhe do meu contentamento com a reciclagem que fez nas duas resenhas anteriores, Cacos da memória e Galo, galinha e pinto e outras histórias. Usei, no entanto, a palavra “requentados”. Creio que não foi a palavra adequada: você corrigiu e reelaborou os textos, o que é diferente de requentar. Fiquei contente em saber que os têxtos mereceram ainda um segundo olhar, uma segunda visita ou cuidado de sua parte. Ficarei acompanhando o concurso. Beijos para aquela gracinha que é a Melissa. Também para o Kywan. Abraços.

    • Que bom saber que a Yasmin ficou animada em participar da escolha dos vencedores! Não é, como sabemos, uma tarefa fácil… será bom para vc contar com a ajuda do jovem olhar da menina.

    • As paródias são ótimas, não são mesmo? E que bom que você gostou desta postagem! O tempo não me permite ser tão presente quanto gostaria, mas procuro estar atenta às produções de meus amigos, rs. Abraço!

    • Eu também amo a lua e as estrelas, Paula! Uma amiga me enviou uma msg dizendo que achou, pela resenha, que a personagem do livro se parece comigo. Tive que confessar que também achei, rs
      Tenho certeza de que você vai gostar muito da obra. João Antônio Ventura escreve muito bem. Obrigada por participar. Abraço!

      • Achei mesmo, Jussara, que a menina da história poderia ser você! Amei o nome do diário dela,*florzinho*, parece um outro personagem. Parabéns ao autor pela obra e pra você, amiga, tão sensível, poética e generosa, que nos enriquece, sempre que aparece. Quero ganhar! Bjssss

        • Tb achei que a menina se parece um pouco comigo, Rosa. Que bom que gostou da apresentação. Obrigada pelo comentário e pela visita. Abraço!

  • Jussara aqui estou! E a leitura inicial que você faz, mais a linda ilustração da capa são um convite à leitura. E essa capa é mesmo uma imensa janela. E janelas normalmente são olhares para fora, como o faz a menina, com aquela olhar que só se confere a infância, carregado de sonhos que flutuam no plano da magia e imaginação. Mas também me convidaria para um olhar para dentro da janela. De fora para dentro. Buscando o meu eu menina, onde a infância, a sensibilidade, a pureza e a imaginação ocorriam no silêncio profundo e distante dos adultos. Sim, porque às vezes a realidade da percepção adulta tende a nos transportar a um plano muito chato e muito real. Enfim, fico feliz por João Antônio por mais um belo trabalho. E certamente me gostaria ganhar um exemplar, pois além de mim, tenho um neto sonhador e cheio de imaginação. E pensando em tempos em que a tecnologia invade o espaço familiar, incentivar o gosto pela leitura é dar aos pais a oportunidade de compartilhar com os filhos os valores e ensinamentos presentes em pequenas histórias. Um beijo grande a vc e parabéns ao João Antônio, que vez ou outra passa lá pelo blog e me deixa muito feliz com suas visitas e comentários.

    • Você escreve tão bem, Denise, que até seu comentário é carregado de poesia. Que delícia ter um neto sonhador e cheio de criatividade! Desconfio que herdou da avó tais características!

  • Olá, Jussara!!!
    Coisa boa ver uma publicação sua depois de um tempo de hibernação blogueira!
    Apaixonante a forma como você apresenta o livro! Fiquei com vontade de mergulhar em suas páginas para ter alguns momentos de refresco num mundo que anda árido e áspero demais para meu gosto.
    Quero ganhar o livro do João Antônio Ventura para ter a oportunidade deste contato com um pequeno grande mundo, mais sensível e desejável. Me comprometo a hospedar o livro na minha casa por 9 meses (gestação de satisfação) e depois doá-lo para a Biblioteca Municipal de Juiz de Fora, para que as crianças da cidade tenham a possibilidade de conhecer e se encantar com uma literatura inspiradora e terapêutica.

    • Oi, Sylvio! Adorei a ideia da hospedagem por 9 meses como uma gestação de satisfação. Porque é bem assim, não é mesmo? Uma especie de gula nos faz querer por perto o objeto amado, mas… passado um tempo, queremos mesmo compartilhar com outros o encanto que nos proporcionou. Muito bom ter a sua participação!

  • Era uma vez um menino lindo, louro dos olhos verde , príncipe da lua perdido na terra,
    Deitado no Jardim contemplava as estrela. – Mãe todas as estrelas do céu gostam da Lua?
    -Sim meu amor!
    -então eu gosta das estrelas também!!!
    Quando vi o nome do livro lembrei imediatamente dessa conversinha com meu filho de 6 anos (TEA leve cid-84)
    Seria um livro ótimo pra ler deitada no jardim a luz da lanterna como tantas vezes ja fizemos. Sou sincera : Não conhecia o autor mas a forma poética do livro me cativou. se for escolhida prometo continuar espalhando estrelas por toda vida das crianças a minha volte>

  • Oi, Jussara! Me encantei com a possibilidade desse livro. Quero ganhar, porque ainda conto estrelas!
    Lido e relido, já tem endereços infantis dos sobrinhos netos para morar…
    Beijinhos, Ana

    • Ô, Ana! Como lamento não conhecê-la pessoalmente! Sinto que somos parecidas no modo de entender a vida… contar estrelas também faz parte de quem sou. Abraço!

    • Muito bom ter a sua participação! Eu tb gostei muito das historinhas em forma de versos do livro “Galo galinha e pinto e outras histórias”. E simplesmente amei “Cacos da memória”. As crônicas de João Antônio Ventura são realmente muito boas.

  • Quem não gosta de receber um livro? Quem não quer passar horas viajando por lugares distantes que nos fazem esquecer tudo , até de nós mesmos? Quem não quer conviver com pessoas de sábias palavras que vêm escritas e dão-nos o sabor de conhecer lugares, tempos diferentes, amores vividos e vívidos que nos transportam do sofá para alfa? Ler é estar sozinho e cheio de amigos que falam e não nos deixam irritados, que falam e nos fazem viajar. É bom conhecer você, Jussara, e ter a chance de manter esse contato! Você é o caminho para uma boa leitura e sobretudo para o conhecimento.

    • Obrigada, Olga! Viajar pela leitura é um dos prazeres mais simples e certos deste mundo… eu amo! Este blog é muito mais reflexo desse amor que de qualquer oura coisa. Muito bom tê-la aqui e contar com sua participação no concurso cultural 🙂

  • Ao longo da vida, a leitura tem sido para mim uma prática com funções diversas: entretenimento, descanso, inspiração para o trabalho, fonte de conhecimento. Aliada a isso, está sua apreciação do livro, bem como a capa deste. Sendo assim, um convite irresistível à leitura.

  • Olá, Jussara!
    Seu convite para participar deste Concurso Cultural é uma honra para mim.
    Os motivos pelos quais desejo ganhar um exemplar de Todas as estrelas do céu são muitos:
    O primeiro que me vem ao coração é que gostaria de presentear minha filha Marina Morena com ele. Sei que ela irá adorá-lo.
    O segundo é que achei a capa da obra lindíssima – o azul também é minha cor preferida. E aquelas estrelas… E aquela lua… E aquela menina…
    Além disso, sua resenha me falou muito bem do livro e do autor.. Você, com sua hábil rede textual, despertou em mim o desejo de conhecê-los.
    Se todos esses motivos não forem suficientes – a Marina Morena, o azul, a lua, a menina, o livro, o autor – resta-me dizer que ainda há aqui dentro aquele tímido menino que adorava contar estrelas.

    Um carinhoso abraço,
    Roberto

  • Querida Ju que delicia de concurso cultural, quero participar pois sou uma incentivadora compulsiva de leitores, presenteio com livros, e leio para todas as crianças que tenho perto. Afinal o mundo precisa de mais leitores.
    Já estou correndo para conhecer o blog do autor.
    Abraços

    • Eu sou prova do que vc diz, Adelaide, pois vc me presenteou com um livro. Se o mundo tivesse mais leitores, seria um lugar melhor para se viver. Abraço!

  • Eu quero ganhar o livro! 🙂
    O primeiro motivo é por ter na barriga alguém pra quem pretendo contar de todas as estrelas do céu!
    O segundo é por ter me encantado pela descrição poética, como sempre, feita pela Jussara a respeito do livro, que revela uma obra feita com muito esmero por um verdadeiro artista, tanto das palavras quanto dos desenhos!
    Abraço!

    • Ownnn… Que lindo esse momento de preparação para o que virá! Que tenha uma vida muito iluminada esse bebê – já tão querido – que você espera.
      Que bom que a encantei com meu comentário sobre o livro! Fico feliz que tenha conseguido transmitir meu próprio encantamento com a leitura. Abraço!

  • Oi, Jussara!
    Você me convenceu poeticamente. Fiquei encantada com a beleza de sua resenha, que me remeteu `a infância, tempo em que eu também contava estrelas, mesmo morrendo de medo de que minhas mãos se enchessem de verrugas, tal qual se acreditava naquela época. Mas, a curiosidade vencia o medo, e lá estava eu, todas as noites, contando, recontando, perdendo as contas e começando tudo de novo.
    Mostrei sua resenha `a minha neta, que também está nessa fase de diálogo com o diário e ela ficou muitíssimo interessada pela leitura do livro Todas as estrelas do céu.
    Adoraria ganhar um exemplar desse livro para meu próprio prazer e o de minha neta.
    Um grande abraço,
    Wanilce

    • Que bom, Wanilce, que a convenci poeticamente, rs. Fiquei lisonjeada com esse seu comentário. Obrigada!
      Eu não sabia que você já é avó! Que bênção! Um abraço cheio de estrelas pra vc e para sua neta!

  • Olá, Jussara, ainda bem que descobri esse concurso a tempo de participar. Como você já deve ter percebido, também não acredito em pessoas que dizem não gostar de ler. Penso que tal façanha não seja possível. Estou sempre às voltas com muitos livros e meu último projeto em minha escola mostra isso: trabalho em uma escola municipal pequena que não possui biblioteca e para sanar o problema e fazer o encontro entre livro e leitor acontecer, pedi a diretora que colocasse uma estante em cada sala de aula para que pudéssemos colocar os livros adequados às faixas etárias dos alunos. Tínhamos um acervo enviado aos poucos pelo governo federal e, quando distribuí os exemplares em 9 salas, vi que tínhamos pouco. Foi então que comecei a campanha através da qual pude arrecadar, até o presente momento, mais de 1500 livros para enriquecer nosso acervo e trabalhar nessa árdua tarefa de apresentar os livros certos para cada leitor. Isso nos dá enorme prazer, pois já podemos ver os frutos do nosso trabalho começando a aparecer. Gostaria de ganhar um( ou mais!) exemplar(es) desse livro para encantar nossos alunos. Sua resenha nos faz sonhar e viajar…Que outros leitores também possam fazer essa viagem a esse mundo onde tudo é possível…Abraços

    • Que belo projeto, Valéria! Estou encantada com o seu trabalho e tenho orgulho de saber que fui sua professora e posso de alguma forma ter inspirado você. Grande abraço!

  • Sua resenha sobre o livro é um primor que além dos transportar direto pro túnel do tempo, instiga nossa curiosidade. Quero ganhar um exemplar para compartilhá-lo com a minha netinha Valentina. Embora ela só tenha quatro anos, gosto muito de presenteá-la com livros infantis e revistas para pintar e entreter. É uma pena que os pequenos hoje já não conseguem ser livre de consumo, televisão e tecnologia e estar mais próximo às pessoas queridas como o avô da Yasmim e à natureza. Caso não seja sorteada vou adquirir junto com o autor. Bj

    • Quatro anos, já! Como passa rápido! Parece que foi um dia desses que a Valentina entrou em sua vida! Eu também vou ser avó. Fico feliz de ter um baú cheio de livros para contar muitas, mas muitas histórias para os meus netos! Abraço!

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